Como o fã de MMA mais atento já pôde perceber, contrariar o chefão do UFC e do Strikeforce Dana White não é uma das melhores ideias que um lutador pode ter na vida.
Quem sentiu isso na pele recentemente foi o holandês Alistair Overeem que, mesmo sendo o campeão do peso-pesado do Strikeforce, foi demitido sem direito a defesa.
Insatisfeito com a atitude dos ex-patrões, o gigante de 115 kg publicou um vídeo na internet em que um médico holandês mostra um raio-X para comprovar que sua costela está mesmo fraturada, a lesão foi a justificativa do atleta para não participar do GP do evento, em setembro, causando a ira de Dana White.
Insatisfeito com a atitude dos ex-patrões, o gigante de 115 kg publicou um vídeo na internet em que um médico holandês mostra um raio-X para comprovar que sua costela está mesmo fraturada, a lesão foi a justificativa do atleta para não participar do GP do evento, em setembro, causando a ira de Dana White.
Mas, ao mostrar o vídeo, no entanto, Overeem iniciou uma onda da revoltas em fóruns de fãs que ficaram inconformados com a decisão de demiti-lo. Mas acontece que a história é mais velha do que isso.
Tudo começou quando UFC e Strikeforce ainda eram organizações rivais. Na época, o holandês foi sondado pelo UFC, mas recusou a proposta, optando por poder competir em diferentes organizações.
No mesmo período, logo após o fim do Pride, Overeem teve seu nome envolvido com acusações de uso de doping – nunca comprovadas – devido ao ganho de 15 kg em poucos meses.
Somando tudo, ainda está o constante descompromisso do gigante em se fixar em um evento e representar uma bandeira (Overeem é campeão do Strikeforce, K-1 e Dream), o que deixa o carequinha manda-chuva do UFC fora de controle.
Além do mais, como já havia afirmado que não poderia competir na data estipulada, a organização do Strikeforce anunciou o invicto americano Daniel Cormier como substituto para o duelo contra o brasileiro Antônio Pezão. Enquanto isso, o holandês confirmou presença num torneio na Rússia que seria realizado um mês depois.
Não deu outra, assim que o lutador recusou participar do principal evento do Strikeforce, único motivo para mantê-lo ali, Dana usou uma clausula contratual que permitia o evento demiti-lo, sem multa, quando faltasse apenas uma apresentação no contrato.
Fazer o quê? Lutar em evento pequeno na Rússia não dará o mesmo retorno financeiro, muito menos em visibilidade e credibilidade. Um tiro n'água para aquele que foi considerado o número um do peso por muitos.
Tudo começou quando UFC e Strikeforce ainda eram organizações rivais. Na época, o holandês foi sondado pelo UFC, mas recusou a proposta, optando por poder competir em diferentes organizações.
No mesmo período, logo após o fim do Pride, Overeem teve seu nome envolvido com acusações de uso de doping – nunca comprovadas – devido ao ganho de 15 kg em poucos meses.
Somando tudo, ainda está o constante descompromisso do gigante em se fixar em um evento e representar uma bandeira (Overeem é campeão do Strikeforce, K-1 e Dream), o que deixa o carequinha manda-chuva do UFC fora de controle.
Além do mais, como já havia afirmado que não poderia competir na data estipulada, a organização do Strikeforce anunciou o invicto americano Daniel Cormier como substituto para o duelo contra o brasileiro Antônio Pezão. Enquanto isso, o holandês confirmou presença num torneio na Rússia que seria realizado um mês depois.
Não deu outra, assim que o lutador recusou participar do principal evento do Strikeforce, único motivo para mantê-lo ali, Dana usou uma clausula contratual que permitia o evento demiti-lo, sem multa, quando faltasse apenas uma apresentação no contrato.
Fazer o quê? Lutar em evento pequeno na Rússia não dará o mesmo retorno financeiro, muito menos em visibilidade e credibilidade. Um tiro n'água para aquele que foi considerado o número um do peso por muitos.
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